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13.7.14
Max und Tupi
3.7.14
Tupinanquim X Condorito
Sobre o Condorito, personagem do cartunista chileno Pepo, é um velho conhecido: há muitos anos, quando minha irmã Elizabeth foi ao Chile acho que pela primeira vez, trouxe-me um gibi chamado "Condorito de Oro", e desde que comecei a fazer esses crossovers/fanarts, há alguns anos, queria desenhar esse encontro. Espero que possa agradar fãs de ambos, e mais uma vez, lembrando que o Condorito é propriedade intelectual de seu autor René Rios (Pepo) e comercial de seus editores, sendo esta uma homenagem de fã que não tem intenção de violar qualquer desses direitos. Até a próxima!
23.6.14
Tupinanquim X El Chavo II - a série
Era uma vez nas Américas I (com Bart Simpson e Chaves)
Era uma vez nas Américas II (com a Mafalda)
A Jade fan Adventure (com a Jade Chan)
8.5.14
senna

Em 2009 foi Rubinho o homenageado, ao conquistar o 100º prêmio brasileiro na categoria! Falta uma homenagem ao Piquet - esse é do meu tempo de piá - e outra ao Fittipaldi... q já é do tempo do vô Tapejara! e prometo que vou tentar acelerar as coisas aqui; afinal, é o site oficial do Tupi... ainda mais depois que o saudoso fotolog terra foi tirado do ar :/ Até breve.
27.9.12
A Jade fan adventure
Ayumana!
20.7.12
Era uma vez nas Américas - parte 2
E aproveitando, comemoramos com esses quadrinhos também o Dia Internacional da Amizade, hoje, 20 de julho! Abraços a todos os amigos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
31.1.12
TUPI e NHÔ QUIM
3.10.11
Tupinanquim e o Homem Suvaco

erê!
Demorei um pouco pra voltar a postar pq a conexão via webmóvel que estou usando ainda tá muito instável, só funciona com boa velocidade de vez em quando, e tinha tanta coisa pra atualizar depois de ficar semanas sem internet...
Bom, seguindo com o gibi virtual sobre as árvores, resolvi postar esse cartum, que mostra meu encontro com o personagem mais conhecido da "liga do cerrado", o homem suvaco (criação do colega Geuvar). Assim, com essa aventura apresentando o meu gatinho Nanquim e o inusitado super-herói do cerrado, a gente desencana um pouco da questão ambiental, tão importante mas também tão triste pq as motosserras seguem trabalhando nas matas nativas enquanto pensamos (ou não) no assunto!
Pra conhecer mais sobre o homem-suvaco, visite o fotolog do geuvar Alameda da arte.
Abaixo, alguns links relacionados com o tema "árvores" postados nesse blog, no fotolog e em sites parceiros.
até breve!
Goiaba & cia
O país das árvores
Comendo pinhão à sombra duma araucária
Projeto pau-brasil... em Marte
Primeiro acampamento
Dia do pau-brasil
Praticante de esportes radicais
Gibi Virtual 2 - as árvores
Feliz dia da árvore (diário do filme Tainá3)
11.8.10
Bart X Tupi - 2° tempo

30.7.10
green lantern friday

12.7.10
copa dos blogs - a seleção

nesse segundo tempo, ou melhor, momento pós-jogo, os protagonistas de toda aquela sequencia de jogadas engraçadíssimas reúnem-se pela primeira vez numa mesma cena, posando para essa foto histórica.
Com essa imagem nos despedimos da Copa 2010, mas certamente a seleção voltará a se reunir para outros jogos, e esperamos q possa crescer, recebendo novos personagens e autores; afinal, brasileiros não são bons apenas no futebol, mas em todas as artes, e nos quadrinhos e cartuns estamos seguindo um caminho cada vez mais vitorioso que foi aberto há décadas por campeões como Mauricio de Sousa, Ziraldo, Henfil e enfim... aí vamos nós!
Todos os personagens foram desenhados pelos seus respectivos autores e a montagem da imagem coube ao Cleber B, que integrava a comissão técnica junto com o Wesley Samps. Veja abaixo a escalação completa, visite os sites da moçada; e pra assistir ou rever o jogo hilário dessa turma, começando pela animação do Tupinanquim, clique aqui!
Seleção Brasilária de Webcomics
01 – Nicholas A. Sindeaux (http://madcomics.blogspot.com)
02 – Pedro Hutsch Balboni (http://www.joaosejoanas.com)
03 – Yuri Amaral (http://estudioyabai.wordpress.com)
04 – GeekCats (http://geekcats.com/br)
05 – Wesley Samp (http://www.oslevadosdabreca.com)
06 – Euricéfalo (http://tirasdoeuricefalo.blogspot.com)
07 – Guilherme Bandeira (http://fandangossuicida.blogspot.com)
08 – Takren (http://mundico.blogspot.com)
09 – Will Leite (http://www.willtirando.com.br)
10 – Carlos Jorge (http://berenito.blogspot.com)
11 – Fernanda Lima (http://www.osmonstrinhosdarua45.com)
12 – Verônica S. de Souza Saiki (http://verdugooinacreditavel.blogspot.com)
13 – Mauricio Rett (http://www.cartunista.com.br)
14 – Rogério de Souza (http://osdebiloids.blogspot.com)
15 – José Lucas Queiróz (http://eitanoisso.blogspot.com)
16 – Rodrigo Leão (http://noisnatira.com)
17 – Rafael B. Dourado (http://www.sapobrothers.net)
18 – Marcus Beckenkamp (http://mbeck.com.br/wp)
19 – Erick Artmann (http://tupinanquim.blogspot.com)
20 – Brandon Oak (http://brandonoak.blogspot.com)
21 – Nightsy (http://www.nightsy.com)
22 – Rodrigo Chaves (http://contratemposmodernos.blogspot.com)
23 – Cleber B. (http://hqrizando.blogspot.com)
24 – Tiburcio (http://meumonarcafavorito.blogspot.com)
25 – Wallisson Narciso (http://nanquimaoquadrado.com/blog)
26 – Rubens Bueno (http://www.ivoviuauva.com.br)
27 – Balão Vilela (http://balao-ilustracao.blogspot.com)
28 – Rafael Marçal (http://profeticos.net/)
7.7.10
happy birthday bill watterson
Calvin, um menino maluquinho criado pelo americano Bill Watterson em 1985, é um dos personagens que certamente teria esse poder de enxergar e até interagir com outros universos. Dono de uma imaginação privilegiada, é através da fantasia levada a sério(!) que ele reflete sobre as contradições, ironias, tira conclusões geralmente hilárias, mas também sérias e contundentes sobre o mundo dos adultos, que já é, na percepção do autor, um outro universo bem distinto daquele em que vivem as crianças (e alguns adultos) capazes de explorar a imaginação de tal forma! A comparação de Calvin com a Mafalda de Quino é inevitável, já que ambos questionam e ironizam constantemente o mundo dos adultos, diferente por exemplo do clássico 'Peanuts' (Charlie Brown), do americano Schulz, onde os adultos nem mesmo aparecem nas tirinhas! Mas há diferenças importantes, determinadas pelos contextos real e ficcional dos autores e personagens. A Mafalda dava voz às críticas sutis, disfarçadas quando necessário, sobre uma realidade política complicada por golpes militares, repressão, colonialismo cultural vividos pela Argentina e outros países da América Latina nos anos 60 e 70. Ali não há tanta fantasia, e além da personagem central há diversos outras crianças, todas com personalidades diversas e bem definidas. Calvin, por outro lado, vive nos EUA dos anos 80 e 90, o império da indústria do entretenimento, e embora mantenha a linha filosófica de sua antecessora sul-americana, mostra-se mergulhado no mundo fantástico, conversando o tempo todo com seu melhor amigo, companheiro de aventuras, o tigre Harold (Hobbes) que, numa primeira leitura, dificilmente o leitor entenderia como um amigo imaginário, um bichinho de pelúcia transformado pelo poder da imaginação infantil. Mas essas características, ao contrário do que possa parecer, não fazem de Calvin um garoto alienado: a boa reflexão sobre a realidade, afinal, vem associada à fantasia desde as fábulas e mitos presentes em todas as culturas mais antigas!Enfim, este post é minha homenagem a Bill Watterson, que completou 52 anos na última segunda feira, 05/07, e seus personagens mágicos! Aproveitei esse nosso momento de certa alienação, assumida até, em que tanto falamos de futebol e copa do mundo, pra mostrar o Tupinanquim meio perdido nesse contexto após a derrota da seleção brasileira, e Mafalda representando uma cidadã argentina triste mas solidarizada com a frustração de todo o continente nesse cenário futebolístico, e a personalidade contestadora caracterizada pela paráfrase ao conterrâneo Chê! Não é a Mafalda de Quino, claro, mas uma paródia daquela; a ironia do cartum, porém, acredito que traga um pouquinho do que aprendi lendo esses dois mestres.
16.3.10
Tributo ao Glauco
Olá pessoal.
Fiquei alguns meses sem postar nada sobre as aventuras do Tupinanquim e sua vida em Itaquessaba e no mundo dos quadrinhos; já tava na hora de retornar, e nesse momento dramático após a morte do genial e inspiradíssimo cartunista Glauco, o tema do primeiro post do ano é a minha humilde homenagem. Tributo também um pouco atrasado, considerando que a maioria dos colegas quadrinhistas e cartunistas postou seus cartuns já a partir do dia da tragédia, doze de março, quinta feira passada.
A verdade é que estou um pouco ausente não apenas da internet e das publicações on-line ou impressas, mas também da própria vida artística. Não cabe aqui hoje explicar porquês, só quero dizer por hora que eu e o meu personagem mais querido estamos voltando.
Falar um pouco sobre o Glauco: como muita gente da minha geração, consumidor de gibis no início dos anos 80, o Chiclete com Banana do Angeli foi a minha primeira leitura de tiras brasileiras com tema adulto: primeiro foram as coletâneas de tiras que saíram nas bancas, incentivando a acompanhá-las também nos jornais; depois, em 1986 veio a revista bimestral do Angeli que virou febre e logo depois a Circo e a revista dos Piratas e a do Geraldão! Mas bem antes de sair a revista do Geraldão todos nós, fãs da pioneira Chiclete, já éramos fãs de “Los três amigos” Glauco, Laerte e Angeli, um processo natural já que os três autores e seus personagens se completavam num universo cotidiano e ao mesmo tempo bizarro, diverso e coeso como o universo de heróis da DC, onde conviviam com grandes diferenças Batman, Superman e o Monstro do Pântano, por exemplo. Se os personagens do Glauco tinham, por um lado, o traço extremamente estilizado e simplificado, eles traziam em suas linhas rabiscadas e nos diálogos a naturalidade de um mundo ridículo, renegado pela ficção até então, ou excessivamente dramatizado nos quadrinhos e cartuns marginais e escatológicos, com desenhos cheios de sombras, iniciados por Robert Crumb e que no Brasil influenciaram mais Angeli e Marcatti. Para o Glauco, mais do que para os colegas, o bizarro era uma coisa comum, normal, o ridículo está presente em nossas vidas todos os dias e por isso não é preciso chocar: podemos rir e até sentir carinho pelo solteirão que anda pelado carregando seus vícios e sentindo tesão pela própria mãe.
Por fim, uma coisa que me chamou a atenção foi a postura do Glauco diante de uma prática religiosa nesses últimos anos. Como padrinho de uma comunidade do Daime, doutrina que reuniu cristianismo e práticas xamânicas/indígenas e, consequentemente, é alvo de preconceitos, mas também uma novidade curiosa no mundo teológico, Glauco mostrou ao país que definitivamente seguia seu caminho do bem e que sua busca por um mundo melhor ia além do humor sarcástico e críticas político-sociais presentes em suas tiras. Quero mandar um abraço sincero e comovido à família, e dizer que me orgulho de ser um artista quando olho pra esse cenário, nesse país onde apesar de todas as repressões e dificuldades por que passamos, homens como o Glauco Villas Boas deixaram os seus traços na história pra todas as gerações futuras! Às autoridades: façam justiça!
27.8.09
Dá-lhe Rubinho!
11.8.09
homenagem ao mauricio 2
Esta é minha segunda arte postada em homenagem ao Mauricio de Sousa... pode parecer politica ou ecologicamente incorreta, mas como eu disse recentemente numa discussão sobre a censura nos quadrinhos realizada no cine-teatro ópera, a arte não precisa ser politcamente correta, e sim a política!
Na verdade eu fiz este cartum em 2007 como resposta a um desafio em que os desenhistas mencionados por outros deveriam postar em seus flogs o desenho original de um coelho; e ao mesmo tempo estávamos divulgando a idéia do "ano dos quadrinhos brasileiros", daí a temática irônica, em q o Tupi dá nó nas orelhas desse conhecido personagem da indústria de entretenimento, inspirado, evidentemente, numa cena ainda mais conhecida, dos quadrinhos tupiniquins! Mas vamos lá, pra não nos acusarem no mundo real de má-influência, cabe a advertência: CRIANÇAS, NÃO FAÇAM ISSO EM COELHOS DE VERDADE!
24.7.09
Xandro e Tupi
O Xandro é um personagem de quadrinhos da era da internet que, paradoxalmente, é talvez o mais artesanal de todos que a gente vê por aí! Isso porque o seu autor Alexandro desenha e pinta com canetinhas e lápis de cor, e depois faz a capa com colagens e até grampeia as revistas que vemos no seu blog e, portanto, existem de verdade, ainda que apenas em seus originais. Eu adorava pintar com lápis de cor e giz de cera, e cheguei a colorir assim alguns desenhos do Tupi, que viraram cartões e adesivos feitos com xerox coloridos no início da divulgação do personagem (1998). Recentemente quis retomar a técnica e comecei um quadro em lápis e giz, era pra um salão, mas não terminei a tempo; então, quando o Xandro (autor) me pediu pra fazer o encontro dos dois moleques, logo que comecei percebi que seria legal manter o estilo do personagem como ele aparece no flog e no blog, assim mais artesanal. Por outro lado, eu não tinha as mesmas canetas que o Alexandro usa, para os contornos por exemplo, e não seria muito natural eu imitar o estilo dele em tudo; então resolvi fazer como sempre faço, contornos no papel e todo o resto no photoshop, e consegui caracterizar mais ou menos o estilo do Xandrinho usando pincéis com texturas que lembram os lápis de cor;
A metalinguagem presente nesse encontro, em que eles saem de seus respectivos gibis, coincide com as propostas de ambos, recheadas dessas referências entre os dois mundos: o Tupi que sempre conversou comigo, autor, e com vocês leitores, ciente de sua condição de personagem da mesma forma que a turma da Mônica nos velhos gibis e em seu primeiro longa metragem animado; e o Xandro, uma versão desenhada e quadrinhística de seu próprio autor! Pra enriquecer o tema e aumentar um pouco o realismo, quis colocar um bolo de verdade, mas no fim um bolo inteiro ocuparia muito espaço e resolvi eu mesmo assar um pedaço da nega maluca no fornoshop, digo photoshop; foto mesmo tirei apenas do pires, com a borda da mesa que se tornou um canto da parateleira. Até gravei algumas etapas do processo, do mesmo modo que fiz com a arte da goiabeira, e se bobear, um dia desses posto por aqui um novo making off ou mesmo tutorial dessa arte.
Por hora é isso, resta saber a opinião de vocês aí... um feliz aniversário ao Xandrinho, e acho que nem preciso dizer que o Tupinanquim adorou esse encontro com o colega...
18.7.09
Maurício: meio século de História... em quadrinhos!
As histórias daqueles primeiros gibis do Cebolinha, de que me lembro bem e que eu mais gostava, eram duas da dupla Cebolinha e Cascão: uma em que o Cebolinha tinha feito um avião de madeira (mas que se não me engano era azul?!) que de repente voava de verdade, e outra análoga, sobre um carrinho de madeira onde um ia dentro e o outro empurrava, até encontrarem uma ladeira e perderem o controle ou algo assim... Há muitos anos não temos mais esses gibis (acho que eu e meu irmão devolvemos pra dona apenas as Mônica (que ela deve ter até hoje) e, por fim, extraviamos os Cebolinha [:S].
Mas o estrago já estava feito... rs. Como todo mundo li muito gibi da Disney, mas recebi outras influências como os livrinhos que reuniam as tiras da Mafalda, do Garfield e do Angeli/Chiclete com Banana (antes da revista bimestral ser lançada). Aos 10 anos comecei a acompanhar os gibis de super-heróis da DC, depois Conan, os quadrinhos eróticos da Grafipar; aos 17 produzi meu primeiro fanzine de quadrinhos, num gênero bastante rebelde, depois escrevi e desenhei vários gêneros, inclusive super-heróis. Mas fui me encontrar realmente no mundo dos quadrinhos quando, alguns anos depois de me tornar pai e aprender mais um monte de coisas com o meu filho mais velho, voltei à infância, à inocência dos quatro, cinco anos, e finalmente, reassumida minha primeira paixão literária que eram as histórias em quadrinhos do Mauricio de Sousa, surgiu o Tupinanquim, inspirado em meu filho Mozart em 1994, então com 4 anos e a exemplo da história do próprio pai/criador das Mônicas filha e personagem!
Oficialmente, o Tupinanquim nasceu em 1998, quando apareceu pela primeira vez numa exposição e também num jornal impresso, já basicamente com as mesmas características que tem hoje; o traço, é claro, evoluiu um pouco de lá pra cá: sempre gostei de um estilo um pouco mais realista tanto em quadrinhos como em desenhos animados e isso se reflete na orientação do meu desenho, que nunca foi meu grande talento (sempre gostei mais de imaginar e escrever.. rs). As cores trabalhadas artisticamente, primeiro com tinta acrílica e, já nesse século, através do computador, também caracterizam as ilustrações, cartuns e HQs do Tupi, que apesar disso não teve ainda um gibi impresso colorido. Feitas essas apresentações, talvez fique mais fácil, especialmente a quem pouco conhece o Tupi, entender a ilustração que produzi para homenagear o “rei” da história em quadrinhos brasileira, onde os principais personagens de cada autor aparecem com seus estilos de desenho trocados.
Mas o importante disso tudo é lembrar que, apesar das diferenças, o conjunto da obra desenvolvida nesses 50 anos pelo genial Maurício de Sousa me inspirou e continua inspirando até hoje. Sim, tenho críticas, desde os anos 80 quando o estúdio cresceu muito e diferentes roteiristas assumiram, as coisas mudaram e, hoje, há um multiverso dentro da empresa Mauricio de Sousa Produções, com suas qualidades e defeitos em todas as suas galáxias, inclusive na badalada revista Turma da Mônica Jovem! Mas hoje é dia de comemorar, não de polemizar, e o fato do Maurício e suas idéias, equipes, produções terem chegado onde estão, tornando-se uma das grandes empresas voltadas ao entretenimento infanto-juvenil no mundo, não é de forma nenhum razão para crítica, e sim para orgulho e celebração. Afinal, se a copa do mundo é nossa (?!), a Turma da Mônica, quiçá esteja em pouco tempo pau a pau com o licenciamento dos produtos Disney mundo afora, também é nossa, paulista, brazuca e, sem trocadilhos, tupiniquim!



















